Trade Ideas

Hugo Alcantara15:22

COGNW11 - Finalizando lançamento. Recompra a R$ 0,65

Finalizando o lançamento de COGNW11 (inicialmente lançada KROTW11). Visto que o papel está devagar vou finalizar o lançamento de R$ 0,80 a R$ 0,65 lucro de R$ 0,15 por opção. Aproveitar pra liberar margem e usar o financeiro pra oportunidades dessa pernada de alta. Continuo com meus papéis a vista.

KROT3
KROTW11
FL
120
Moises Beida 15:08
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Israel Massa14:24
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Moises Beida 14:14
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Johny Leite14:03

PETR4 CALL A SECO

COMPREI PETRK28, primeira mão 0,3% do pl. Vejo uma ignição no gráfico H1 e possível pivot de alta no diário. Esse ativo quando anda vai bem rápido. Paguei 0,94.

PETR4
Alta
AT
170
Israel Massa13:30
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Rodrigo Ferraz13:29

América Latina: eleições presidenciais de 2019

Segue análise que recebi: Nesse mês de outubro ocorrerá o 1º turno das eleições gerais em três países latino-americanos: Bolívia, Argentina e Uruguai. Abaixo apresentaremos brevemente o contexto econômico e político no qual se encontra cada um deles, e o que poderemos esperar dos pleitos. Uruguai:1.1 Dados básicos:• População: 3,5 milhões de habitantes• PIB: US$ 81,2 Bi• Taxa de crescimento do PIB: 1,6%• Taxa de desemprego: 8,4%• Pessoas abaixo da linha de pobreza: 7,9%Gráfico 2.1: Peso das importações de petróleo e gás21.2 O pleito eleitoral:• Data do 1º turno: 27 de outubro• Data do 2º turno: 24 de novembro• Regra: vence a corrida presidencial no 1º turno quem conquistar mais de 50% dos votos.1.3. Principais candidatos:• Daniel Martinéz, ex-prefeito de Montevidéu, busca continuar os mandatos de José Pepe Mujica e Tabaré Vázquez pela chapa de esquerda Frente Ampla, há 15 anos no poder. • Luis Lacalle Pou, filho do ex-presidente Luis Alberto Lacalle (entre 1990-95), foi eleito deputado três vezes e atualmente ocupa o cargo de senador, concorre pelo Partido Nacional, de centro-direita. • Ernesto Talvi, o economista liberal da Universidade de Chicago, pelo tradicional Partido Colorado. A eleição no Uruguai caminha para um 2º turno entre Martinéz e Lacalle Pou, mas não para uma interrupção da política econômica de Mujica e Vasquez. Isso se dá porque ambos candidatos se aproximam do centro político, mesmo que por lados diferentes. Não é esperado que haja grandes alterações no relacionamento comercial entre Brasil e Uruguai para o próximo ano. Isso porque o Uruguai já havia buscado maior independência comercial do Brasil e da Argentina, diversificando bastante seus parceiros nos últimos anos. Bolívia:2.1 Dados básicos:• População: 11,3 milhões de habitantes• PIB: US$ 89,3 Bi• Taxa de crescimento do PIB: 4,2%• Taxa de desemprego: 3,5%• Pessoas abaixo da linha de pobreza:34,6%2.2 O pleito eleitoral:• Data do 1º turno: 20 de outubro• Data do 2º turno: 15 de dezembro • Regra: vence a corrida presidencial no 1º turno quem conquistar mais de 50% dos votos, ou 40%, caso haja uma diferença de 10% com relação ao segundo colocado.2.3. Principais candidatos:• Evo Morales buscará seu 4º mandato consecutivo pela chapa Movimento ao Socialismo. • Carlos Mesa, ex-presidente entre 2003 e 2005 (quando renunciou), concorre pela chapa de centro-direita ‘Comunidad Ciudadana’. A contagem de votos já havia alcançado 90% das urnas, quando a divulgação do resultado parcial levou a mídia a divulgar antecipadamente que a decisão havia ficado para o 2º turno. Como ainda faltava a contabilização dos votos da zona rural, onde Evo Morales tradicionalmente possui ampla vantagem de votos, o TSE boliviano interrompeu a transmissão da contagem dos votos e, a fim de evitar acusações de fraude, ordenou a recontagem total deles, ação que deve durar de 7 a 10 dias. Caso Mesa seja eleito, é esperado que haja uma grande diversificação da economia, para reduzir a dependência do gás. Isso dependerá de sua capacidade de formar coalizões, uma vez que não possui maioria nem na Câmara, nem no Senado. Caso Morales se reeleja, deve ser dado prosseguimento ao plano3 do governo para o setor de hidrocarbonetos: fortalecer a estatal YPFB, construir plantas de amônia-ureia até o atingimento da capacidade de 600 mtpa, da construção de um complexo petroquímico de propeno e polipropileno, de uma planta de liquefação de gás natural, e o incremento da capacidade de geração de GLP de 432 para 820 mtpa. Argentina:3.1 Dados básicos:• População: 44,7 milhões de habitantes• PIB: US$ 915,7 Bi• Taxa de crescimento do PIB: -2,5%• Taxa de desemprego: 9,2%• Pessoas abaixo da linha de pobreza: 32%3.2 O pleito eleitoral:• Data do 1º turno: 27 de outubro• Data do 2º turno: 24 de novembro• Regra: vence a corrida presidencial no 1º turno quem conquistar mais de 45% dos votos, ou 40%, caso haja uma diferença de 10% em relação ao segundo colocado. 3.3. Principais candidatos:• No espectro mais à esquerda, concorre a chapa peronista Frente de Todos composta por Alberto Fernández e a ex-presidente Cristina Kirchner como vice.• A chapa de centro-direita Juntos por el Cambio traz o atual presidente Maurício Macri e o senador peronista Miguel Pichetto.• Uma segunda via à direita encontra espaço na chapa do ex-ministro da Economia e peronista Roberto Lavagna. Não há analista que considere uma vitória de Macri nas próximas eleições. Dessa forma, e já considerando o retorno do kirchnerismo ao poder, alguns cenários são possíveis. Embora tenha anunciado que seu principal objetivo no governo será o de combater a fome (o país está em situação de Emergência Alimentar) e a desigualdade social, alterações das leis de hidrocarbonetos no que tangem à divisão dos recursos da exploração e produção de petróleo são medidas que poderão ser tomadas pelo novo governo a fim de aumentar a arrecadação do governo federal. Também se espera a eliminação de impostos sobre exportações da indústria e do imposto de renda das empresas no setor de O&G para 20% (contra os 25 a 30% atuais), promessas de campanha de Alberto Fernández. Nesse mês de outubro ocorrerá o 1º turno das eleições gerais em três países latino-americanos: Bolívia, Argentina e Uruguai. Abaixo apresentaremos brevemente o contexto econômico e político no qual se encontra cada um deles, e o que poderemos esperar dos pleitos. Uruguai:1.1 Dados básicos:• População: 3,5 milhões de habitantes• PIB: US$ 81,2 Bi• Taxa de crescimento do PIB: 1,6%• Taxa de desemprego: 8,4%• Pessoas abaixo da linha de pobreza: 7,9%Gráfico 2.1: Peso das importações de petróleo e gás21.2 O pleito eleitoral:• Data do 1º turno: 27 de outubro• Data do 2º turno: 24 de novembro• Regra: vence a corrida presidencial no 1º turno quem conquistar mais de 50% dos votos.1.3. Principais candidatos:• Daniel Martinéz, ex-prefeito de Montevidéu, busca continuar os mandatos de José Pepe Mujica e Tabaré Vázquez pela chapa de esquerda Frente Ampla, há 15 anos no poder. • Luis Lacalle Pou, filho do ex-presidente Luis Alberto Lacalle (entre 1990-95), foi eleito deputado três vezes e atualmente ocupa o cargo de senador, concorre pelo Partido Nacional, de centro-direita. • Ernesto Talvi, o economista liberal da Universidade de Chicago, pelo tradicional Partido Colorado. A eleição no Uruguai caminha para um 2º turno entre Martinéz e Lacalle Pou, mas não para uma interrupção da política econômica de Mujica e Vasquez. Isso se dá porque ambos candidatos se aproximam do centro político, mesmo que por lados diferentes. Não é esperado que haja grandes alterações no relacionamento comercial entre Brasil e Uruguai para o próximo ano. Isso porque o Uruguai já havia buscado maior independência comercial do Brasil e da Argentina, diversificando bastante seus parceiros nos últimos anos. Bolívia:2.1 Dados básicos:• População: 11,3 milhões de habitantes• PIB: US$ 89,3 Bi• Taxa de crescimento do PIB: 4,2%• Taxa de desemprego: 3,5%• Pessoas abaixo da linha de pobreza:34,6%2.2 O pleito eleitoral:• Data do 1º turno: 20 de outubro• Data do 2º turno: 15 de dezembro • Regra: vence a corrida presidencial no 1º turno quem conquistar mais de 50% dos votos, ou 40%, caso haja uma diferença de 10% com relação ao segundo colocado.2.3. Principais candidatos:• Evo Morales buscará seu 4º mandato consecutivo pela chapa Movimento ao Socialismo. • Carlos Mesa, ex-presidente entre 2003 e 2005 (quando renunciou), concorre pela chapa de centro-direita ‘Comunidad Ciudadana’. A contagem de votos já havia alcançado 90% das urnas, quando a divulgação do resultado parcial levou a mídia a divulgar antecipadamente que a decisão havia ficado para o 2º turno. Como ainda faltava a contabilização dos votos da zona rural, onde Evo Morales tradicionalmente possui ampla vantagem de votos, o TSE boliviano interrompeu a transmissão da contagem dos votos e, a fim de evitar acusações de fraude, ordenou a recontagem total deles, ação que deve durar de 7 a 10 dias. Caso Mesa seja eleito, é esperado que haja uma grande diversificação da economia, para reduzir a dependência do gás. Isso dependerá de sua capacidade de formar coalizões, uma vez que não possui maioria nem na Câmara, nem no Senado. Caso Morales se reeleja, deve ser dado prosseguimento ao plano3 do governo para o setor de hidrocarbonetos: fortalecer a estatal YPFB, construir plantas de amônia-ureia até o atingimento da capacidade de 600 mtpa, da construção de um complexo petroquímico de propeno e polipropileno, de uma planta de liquefação de gás natural, e o incremento da capacidade de geração de GLP de 432 para 820 mtpa. Argentina:3.1 Dados básicos:• População: 44,7 milhões de habitantes• PIB: US$ 915,7 Bi• Taxa de crescimento do PIB: -2,5%• Taxa de desemprego: 9,2%• Pessoas abaixo da linha de pobreza: 32%3.2 O pleito eleitoral:• Data do 1º turno: 27 de outubro• Data do 2º turno: 24 de novembro• Regra: vence a corrida presidencial no 1º turno quem conquistar mais de 45% dos votos, ou 40%, caso haja uma diferença de 10% em relação ao segundo colocado. 3.3. Principais candidatos:• No espectro mais à esquerda, concorre a chapa peronista Frente de Todos composta por Alberto Fernández e a ex-presidente Cristina Kirchner como vice.• A chapa de centro-direita Juntos por el Cambio traz o atual presidente Maurício Macri e o senador peronista Miguel Pichetto.• Uma segunda via à direita encontra espaço na chapa do ex-ministro da Economia e peronista Roberto Lavagna. Não há analista que considere uma vitória de Macri nas próximas eleições. Dessa forma, e já considerando o retorno do kirchnerismo ao poder, alguns cenários são possíveis. Embora tenha anunciado que seu principal objetivo no governo será o de combater a fome (o país está em situação de Emergência Alimentar) e a desigualdade social, alterações das leis de hidrocarbonetos no que tangem à divisão dos recursos da exploração e produção de petróleo são medidas que poderão ser tomadas pelo novo governo a fim de aumentar a arrecadação do governo federal. Também se espera a eliminação de impostos sobre exportações da indústria e do imposto de renda das empresas no setor de O&G para 20% (contra os 25 a 30% atuais), promessas de campanha de Alberto Fernández.

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Pedro Albuquerque F13:13
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Victor Benndorf 12:21
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Flávio Stockmann 11:59

Aps da semana 21 à 25/10

Estou posicionado em BBAS, PETRO, VVAR e ELTE. Acredito em alta de PETRO. Depois dos leilões e resultados, vamos conseguir cristalizar a direção. DMMO pode ganhar tração, como mostra o grafico, já que está em processo de restruturação...BBBAS papel forte.VVAR papel de possível alta. Mostrar resultados, explode!!!ELET pode ser privatizada e isso faz o papel ganhar força.Segue minha carteira que acompanho essa semana !!!Bom trade a todos!

SUZB3
TUPY3
MOVI3
BBDC4
DMMO3
WEGE3
VLID3
TRIS3
MRFG3
KLBN11
Alta
AT
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