14/02/2020 às 5:00

The Art of Execution

Felipe Pontes Felipe Pontes

Resenha escrita pela equipe da gestora Trópico
http://tropicoinvest.com/

 

Introdução

Durante o período de junho de 2006 a outubro de 2013 foram analisados 1.866 investimentos, representando um total de 30.874 trades feitos por 45 dos maiores gestores de recursos do mundo. Neste experimento, o objetivo era o de conseguir o maior retorno possível. O que surpreendeu, porém, foi que na maioria dos investimentos houve perda de dinheiro.

Apenas 49% dos investimentos feitos geraram retornos positivos. Além disto, os investidores só tinham sucesso em 30% do tempo. Este resultado levou à seguinte questão que será respondida ao longo do livro: “Como eles estão fazendo tanto dinheiro se as suas ideias estão erradas na maioria das vezes? ”.

A chave para o sucesso está nas ações que você toma após ter investido em uma ideia e encontra-se em uma posição, seja ela ganhando ou perdendo.

Tendo isto em vista, o livro é dividido em duas partes, sendo a primeira: “Estou perdendo – o que devo fazer?”, em que é apresentado o comportamento de investidores que foram separados em três “tribos”/grupos diferentes: os coelhos, os assassinos e os caçadores, em situação de baixa de seus ativos.

A segunda parte é chamada “Estou ganhando – o que devo fazer?”, que mostra o comportamento de duas tribos: os corsários e os conhecedores, em situação de alta de seus ativos.

Parte I: Estou perdendo – o que devo fazer?

1. Os Coelhos

Os coelhos acabaram sendo o pior grupo de investidores estudados. Apesar de serem investidores renomados, perderam muito dinheiro no experimento realizado, justamente por não fazerem nada quando as companhias em que investiram estavam caindo ou perdendo dinheiro.

Erros cometidos por esta tribo:

  • Ilusão: apaziguar constantemente as quedas da ação escolhida com alguma história mental que sirva para comprovar que a ação escolhida ainda é atrativa e vai subir. É o mesmo que enganar a si próprio;
  • Paixão: equivale a amor à primeira vista. É tida uma impressão inicial da ação e, mesmo vários fatores provando o contrário, há uma incapacidade de adaptar essa visão inicial à realidade;
  • Ancoragem: ancorar à visão inicial. Basicamente é não admitir o erro e mudar para outro ativo, é a persistência no erro;
  • Reação tardia: grandes perdas que ocorrem em um curto período de tempo são quase impossíveis de aceitar. Tem-se o exemplo da Barra de ouro – caso alguém pague R$1.000,00 no dia 0 por uma barra de ouro e no dia 1 alguém lhe ofereça R$500,00 pela mesma barra (provando-se no jornal que o preço no mercado caiu para R$250,00), é muito provável que a oferta será recusada. Isto acontece, porque a perda obtida seria muito recente, sendo muito mais danoso à pessoa detentora da barra do que se vendesse-a após certo tempo (em que estaria mais propensa a vender);
  • Ser influenciado pela multidão: culpar o mercado por investir errado e continuar remando “contra a maré”;
  • Ego: alguns preferem estar certos do que ganhar dinheiro. É muito difícil superar a arrogância e admitir o erro, ainda mais tratando-se de gestores renomados;
  • Autocrítica inexistente: culpar os outros quando algo não dá certo, mas tomar todo crédito para si quando bem-sucedido. Devido a isto que os erros do passado se repetem;
  • Buscar a informação errada: quando algo começa a dar errado, há a procura de novas informações. Estas, porém, foram procuradas com outros que dessem informações que corroboram a tese inicial (recomendando-a, massageando o ego dos coelhos). Fora isso, provavelmente o analista será alguém conhecido no mercado, e o gestor do fundo não ficará confortável em confrontar tal visão por ele dita;
  • Grande demais para cair: a pesquisa mostrou que, quanto mais dinheiro tem envolvido em uma posição, menos os coelhos estão inclinados a sair dela (ocasionando maiores perdas). Quanto maior a posição perdedora, mais nervosos e indecisos ficam os coelhos;
  • Acreditar na sorte: é a crença de que uma hora irá dar certo, mesmo depois de perder tanto. Pode ser equiparado a jogar em um cassino, em que o jogador não para de apostar, acreditando fielmente que uma hora a maré de azar tornar-se-á maré de sorte, mesmo que tudo, fora seu achismo, lhe mostre o contrário.

 

O que o investidor (coelho) poderia ter feito diferente:

  • Ter um plano: Já antes de fazer o investimento em uma ação, ter um plano B (ou comprar mais ou vender tudo) para saber como agir caso o plano A não dê certo, evitando perdas superiores a 20%;
  • Vender ou comprar mais: quando o preço da ação investida estiver caindo mais de 20%, não ficar de mãos atadas. Ou vender tudo, interrompendo o prejuízo, ou comprar mais (caso acredite ainda no potencial de valorização de tal ação);
  • Não investir tudo de uma vez: não investir todo seu dinheiro de uma única vez em uma empresa de maneira que não possa comprar mais;
  • Não ser apressado para entrar, ser apressado para sair: um estudo provou que quando o mercado está bearish (tendência de baixa), a maior perda acontece no último terço. Deve-se entrar com calma nos investimentos, um pouco por vez. Mas sair rapidamente pode prevenir de duras quedas;
  • Lembrar que há uma diferença entre estar certo e ganhar dinheiro: a empresa investida pode ser realmente boa, mas as vezes não é a hora certa para ela. A questão de timing do investimento é muito importante;
  • Procurar um opositor: ouvir alguém com um ponto de vista oposto ao seu, para ter um novo olhar;
  • Ser humilde: esperar que suas ideias possam dar errado e investir com isso na cabeça;
  • Manter silêncio: ser cauteloso com quem você divide suas expectativas e previsões de investimento;
  • Não subestimar o potencial de queda: a solução seria tratar as ações como se fossem uma opção, em que deve se investir uma quantidade cuja perda não seja fatal;
  • Estar aberto a histórias diferentes: estudos comprovaram que ações com as piores histórias são as que trazem os maiores retornos. É o que se faz no Value Investing;
  • Não se desculpar pelas suas falhas: gostando ou não, há mais erros do que acertos. A questão é como lidar com os erros: arranjando alguma desculpa para não admitir a falha, ou aprendendo com ela;
  • Atentar a status: diplomas de mestrado, CFP e CFA não são garantias de sucesso quando relacionado a investimentos. Não são eles que trarão dinheiro.

Uma das outras razões para a perda é que este primeiro grupo descrito prefere manter a posição, arriscando perder mais, mas não quer correr o risco de sair e haver uma explosão no preço do ativo.

Um estudo de caso reforça que as perdas acontecem muito mais rápido que os ganhos. O principal diferencial dos coelhos para os caçadores e os assassinos é que os coelhos não têm um plano de ação quando estão perdendo. E isto fez com que, no experimento feito, eles perdessem grande parte do dinheiro.

 

2. Os Assassinos

Rule no 1: Never lose Money. Rule no 2: never forget rule number 1” – Warren Buffet. Os assassinos se caracterizam por levar este ditado à risca. Perder faz parte, contudo os seus ganhos devem ser superiores.

Estes investidores levam este nome por terem a capacidade de vender uma posição investida com a maior frieza. Não se apegam a sentimentos ou achismos: eles têm um conjunto de regras, infra citadas, que seguem fielmente caso algum ativo esteja perdendo valor. E seguindo-as fielmente, foi o que os fez terminar, diferentemente dos coelhos, em uma situação de queda menor dos ativos.

 

Regras de um assassino:

  • Mate todas as perdas entre 20-33%: os assassinos utilizam o chamado stop-loss para seus ativos, ou seja, quando o preço do papel cair demais (intervalo de queda entre 20 e 33%) venda sem pestanejar. Isto permite que não percam tanto quanto os coelhos, e tenham a chance de recuperar o patrimônio perdido;

Mas por que este patamar mínimo de 20%?

 

Após 20% de perda, o percentual de alta requerido para que o investimento retorne ao seu valor inicial começa a ser desproporcionalmente muito maior, tornando-se muito mais difícil de recuperar o dinheiro perdido. No estudo, apenas 11% dos investimentos (101 no total) obtiveram um retorno maior do que 50%.

  • Mate as perdas após certo período de tempo, “Tempo é dinheiro” – outra frase que os assassinos seguem metodicamente. Mesmo se um ativo cair apenas 10%, mas se for em um longo período de tempo, venda-o. Não fique montado em uma posição que não traz retornos e ainda assim demora muito tempo para voltar ao patamar inicial (tempo que poderia ser investido em outro ativo).

Do estudo feito para este livro, 64% das compras ruins eram vendidas nos primeiros seis meses, 42% nos três primeiros meses e apenas 17% foram seguradas por mais de um ano.

Precauções para este tipo de estratégia de trading:

  • Não venda muito cedo: alguns assassinos cometeram o erro de vender muito cedo (com perdas de apenas 5% ou 7%). Em alguns casos, após as vendas, as ações chegaram a subir mais de 100%. Recomenda-se não vender enquanto não atingir o patamar de pelo menos 20% de queda;
  • Tenha cuidado com o próximo investimento: após perder, é normal querer ir rapidamente para outro ativo. Deve-se evitar esta armadilha de pular impulsivamente para outra ideia.

Concluindo os assassinos, um estudo provou que aqueles investidores que tiveram um maior retorno foram aqueles que mais venderam suas posições, caso apresentassem um desempenho ruim.

3. Os Caçadores

O que diferencia os caçadores dos coelhos ou dos assassinos é que, em uma posição de queda de preço do ativo, eles compram mais. São os chamados “Value Investors”, que apostam contra o mercado. Compram um ativo por ele estar desvalorizado, aquém de seu real valor. Se o preço da ação cair, mas as crenças na companhia e seus fundamentos continuarem os mesmos: mais ações serão compradas.

Normalmente, a maioria dos caçadores já tiveram enormes perdas no passado. Já perderam muitos clientes, muito dinheiro, e acabaram aprendendo através do erro.

Pelo livro, em uma situação de perda de mais de 20% de seu valor inicialmente investido, a maioria dos caçadores não compra mais. Este seria o patamar em que os caçadores viram assassinos.

Outra característica é que o risco por parte dos caçadores não é mitigado diversificando os investimentos. Ele é mitigado conhecendo a companhia e o que faz o negócio. Desta maneira, é possível que invistam até 40% de seu patrimônio em uma única companhia, sem receio.

Diferentemente dos coelhos e dos assassinos, os caçadores não entram em uma ação gastando todo seu dinheiro num primeiro momento (all-in). Eles guardam caixa para poder investir mais devagar. Isto faz com que esta tribo seja a única em que é possível obter lucros em uma situação de queda.

 

Parte II: Estou ganhando – o que devo fazer?

4. Os Corsários

Este tipo de investidor é caracterizado por ser muito precipitado. Sua característica é a de, quando o preço da ação sobe, vender rapidamente. Há um medo imaginário destes investidores de que o preço possa cair a qualquer momento. Desta maneira, um lucro rápido de até 10% já pode ser suficiente para que vendam suas posições, comprometendo a chance de retorno muito maior no futuro.

Muitos perderam dinheiro, porque venderam suas posições muito cedo (tendo um lucro pequeno) e perderam em outras posições. É o típico caso em que há a perda do dinheiro mesmo quando se está ganhando, devido ao custo de oportunidade que foi perdido.

Fatores que fazem um investidor tornar-se um corsário:

  • O sentimento é bom: é prazeroso poder obter ganhos rápidos. Sensação de prazer comparada a um vício em drogas;
  • Cansaço: ficar inquieto/frustrado esperando a ação subir. Para os corsários, compensa mais vender logo a sua posição e assumir o pequeno lucro;
  • Medo: um estudo comprovou que uma perda de curto prazo tem efeito muito maior no corpo humano do que um ganho de longo prazo. Isto produz medo nos investidores, que os transforma em corsários quando uma ação começa a ter um bom desempenho;
  • Curto-prazismo: olhar as empresas como um investimento de curto prazo;
  • Aversão ao risco: é uma tendência natural das pessoas buscar minimização de riscos quando estão vencendo, todavia maximização de riscos quando estão perdendo.

A estatística mostra que a chance de conseguir, por exemplo, investir sequencialmente em cinco ações que deem lucros é menor do que 2%. Além disto, após um ganho, naturalmente as pessoas se tornam mais propensas ao risco, de modo que se perderem o ganho seria equivalente a não perder nada inicialmente. Mais um motivo pelo qual vender sua posição precipitadamente pode causar danos ao seu patrimônio.

O estudo mostrou que 68% dos gestores recolheram seus lucros quando a ação escolhida subiu até 23%. Alguns motivos para isso são listados abaixo:

  • Performance: como vários gestores são pagos via taxa de performance sazonal, quando o seu rendimento ultrapassa o índice de referência, eles vendem a posição em que estavam para travar lucros;
  • Expectativas: acreditam que a ação não pode subir mais. Então realizam logo os seus lucros;
  • Expectativa definida: alguns já investem tendo em mente vender quando lucrarem de 20 a 30%. Isto acontece por que criam um horizonte mental de até 2 anos de investimento. Não pensam mais para frente do que isso;
  • Excesso de acompanhamento: alguns gestores olham para o mercado com medo. Se você olhar para o preço de uma ação a cada dia, provavelmente se surpreenderá com o quão volátil ela pode ser. Desde experimentar rápidas quedas até rápidos ganhos. Poucos são aqueles que investem pensando em 5 anos, conhecendo a empresa e chegando à conclusão de que investir no mercado de ações não há risco.

Uma analogia pode descrever perfeitamente como os corsários agem. No campo da psicologia, há um teste famoso em que uma criança é colocada em uma sala em frente a um marshmallow e é desafiada a não o comer para que em 30 minutos receba outro. Na sala, não há nenhuma distração, apenas a criança e o marshmallow. A maioria das crianças come o marshmallow e não espera. O que ocorre com os corsários é o mesmo: busca de prazer instantâneo (equivalente à espera de retorno incerto); eles “comem” o marshmallow, sacrificando ganhos no longo prazo.

 

5. Os Conhecedores

Os conhecedores podem ser comparados a degustadores de vinhos: primeiro degustam – o vinho estando ruim, rejeitam na hora – o vinho estando bom, vão apreciando aos poucos.

Dos conhecedores estudados, a cada 10 ideias, 6 perdiam dinheiro. O que ocorre é que quando ganhavam, ganhavam muito. As posições que estavam subindo eram seguradas por muito tempo.

Como ser um conhecedor:

  • Achar alguma companhia que não traga surpresas: este tipo de investidor busca companhias em que investirão por dez anos ou mais. Buscam companhias que, mesmo tendo uma péssima administração, o negócio é tão bom, uma máquina de se ganhar dinheiro, e, como normalmente o preço da ação reflete os resultados, ele tenderá a subir;
  • Procurar por potenciais de grande crescimento: não procure por investimentos que possam lhe trazer 20-30% de retorno. Procure por investimentos que tragam retornos ilimitados, não coloque um preço alvo no ativo. O segredo é procurar retornos fora das médias;
  • Investir grande: quando estão convencidos, os conhecedores podem chegar a ter até 50% de seu patrimônio em apenas duas ações;
  • Não ter medo: a maneira que utilizam para reduzirem seus riscos é ir vendendo aos poucos, realizando pequenos lucros ao invés de vender toda sua posição com uma alta de apenas 20%;
  • Não se aborrecer com a monotonia: o dia-a-dia de um conhecedor é mais parado. Apenas acompanhar as empresas em que investe, sem comprar e vender ações novas a cada dia, pode parecer um pouco aborrecido.

Alguns estudos de casos são mostrados comprovando a estratégia dos conhecedores: mantiveram suas posições por anos e obtiveram lucros superiores a 100%. Vale lembrar que apenas um em cada três investimentos fizeram dinheiro, revelando que para as ações que caíram, eles tiveram atitude de assassino ou de caçador.

 

Por que alguns gestores de fundos estão condenados ao fracasso?

  • Muitos são julgados pelos resultados que trazem no curto prazo, seja por um chefe, pela sua equipe, ou pelos clientes, isso compromete uma posição de anos de investimento;
  • Há uma crença antiga, vinda da década de 1970, de que diversificar portfólios é uma boa maneira de mitigar riscos. Fazendo isso, o risco apenas é transferido e não mitigado.

 

Abaixo são apresentados quais são os perigos de ser um (conhecedor):

  • Atrasar: quando o preço de uma ação começa a subir, a maior parte da alta/lucro (aproximadamente 66%) acontece no primeiro terço do período de alta. Quanto mais tempo tenha começado este período, menos chances eles têm de conseguir lucrar mais;
  • Momentum, uma ilusão: quando o ativo começa a tornar-se muito conhecido pelo seu desempenho, pode atrair muitos especuladores que irão investir de acordo com a maré;
  • Você pode ficar preso: se por acaso todos quiserem vender a posição na empresa ao mesmo tempo, poderão dinheiro. Devido a isso, os bons conhecedores vão realizando seu lucro ao longo do tempo.

Conclusão: Hábitos para o sucesso

O sucesso relacionado a investimentos não se descreve pela genialidade, como característica primária, ou pelo uso de informações privilegiadas; ele está relacionado apenas à execução. Esta é a hipótese do livro.

Checklist dos vencedores

  • Apenas as melhores ideias: invista apenas nas empresas em que considera as melhores, não precisa diversificar tanto o portfólio. Não invista, porém, em apenas uma empresa, visto que pode ocorrer ter azar;
  • O tamanho da posição importa: invista uma grande quantia de dinheiro em cada ideia, mas não tanto que uma reviravolta possa te quebrar;
  • Seja ganancioso quando estiver ganhando: abrace a possibilidade de ganhar dinheiro de verdade. Dê aos seus investimentos a chance de ganhar mais do que 10 ou 20% apenas;
  • Adapte-se materialmente quando estiver perdendo: ou invista mais na posição ou saia dela, não fique parado. É possível reverter um quadro de perda para um quadro de ganho, tomando atitudes;
  • Invista apenas em ações líquidas: tenha certeza de que você está investindo em uma ação que é líquida o suficiente para aplicar as suas ideias, e sair se algo der errado.

Checklist dos perdedores

  • Investir em muitas ideias: com o objetivo ingênuo de mitigar os riscos, muitos investidores acabam investindo em muitas ideias sem tanta convicção;
  • Investir pouco em cada ideia: como os investidores erram a maioria das vezes, investindo pouco em cada ideia não há como ganhar muito em uma delas para compensar as perdas;
  • Aceitar lucros pequenos como parte do negócio;
  • Continuar em uma mesma ideia de investimento, recusando-se a adaptar-se quando as premissas mudam;
  • Não considerar liquidez na montagem do portfólio.

Felipe Pontes

Felipe Pontes

Diretor Educacional do TradersClub

Doutor em Contabilidade com foco em informações contábeis para o mercado de capitais pelo Programa UnB/UFPB/UFRN.
Professor de Contabilidade e Valuation.
Gestor de Clube de Investimento.

Disclaimer: Este material é produzido e distribuído somente com os propósitos de informar e educar, e representa o estado do mercado na data da publicação, sendo que as informações estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio. Este material não constitui declaração de fato ou recomendação de investimento ou para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários. O usuário não deve utilizar as informações disponibilizadas como substitutas de suas habilidades, julgamento e experiência ao tomar decisões de investimento ou negócio. Essas informações não devem ser interpretadas como análise ou recomendação de investimentos e não há garantia de que o conteúdo apresentado será uma estratégia efetiva para os seus investimentos e, tampouco, que as informações poderão ser aplicadas em quaisquer condições de mercados. Investidores não devem substituir esses materiais por serviços de aconselhamento, acompanhamento ou recomendação de profissionais certificados e habilitados para tal função. Antes de investir, por favor considere cuidadosamente a sua tolerância ou a sua habilidade para riscos. A administradora não conduz auditoria nem assume qualquer responsabilidade de diligência (due diligence) ou de verificação independente de qualquer informação disponibilizada neste espaço. Administradora: TradersNews Informação & Educação Ltda. Todos os direitos reservados.

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