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Estratégia para articulação precisa ser atrativa para parlamentares abandonarem toma lá, dá cá

Postado por: TC Mover em 04/04/2019 às 8:55

O presidente Jair Bolsonaro resiste em adotar o modelo de distribuição de cargos, método que, segundo ele, fracassou e gerou corrupção, com indicados de partidos políticos em ministérios e estatais fazendo negócios ilícitos para arrecadar recursos para as legendas. Evidentemente, o presidente tem razão, mas, sem uma estratégia que seja rentável politicamente, será difícil erradicar essas práticas.

 

Qual a estratégia de Bolsonaro para convencer o Parlamento de abandonar as práticas fisiológicas? O colunista do G1, Valdo Cruz, disse que, entre aliados, “a especulação é que o governo pode propor, por exemplo, dar a deputados e senadores a possibilidade de apadrinharem programas e obras nos estados e nos municípios. Ou seja, eles seriam levados a eventos de lançamento de programas e obras, e anunciados como responsáveis diretos.” Será isso suficiente?

 

A agenda de hoje na articulação começa às 08h30, com Marcos Pereira, presidente do PRB; segue às 09h00 com Gilberto Kassab, do PSD; às 10h00, ele recebe Geraldo Alckmin, do PSDB; às 10h30, ele se reúne com Ciro Nogueira, do PP; às 12h00, ele encontra Ronaldo Caiado e ACM Neto, do DEM; e às 16h30, Bolsonaro recebe Romero Jucá, chefão do PMDB.

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