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Retomada na China impulsiona bolsas; no radar, petróleo, Fed e Copom: Espresso

Postado por: TC Mover em 15/09/2020 às 7:40

As bolsas europeias avançam pelo terceiro dia, puxando consigo os futuros dos índices acionários americanos e algumas commodities ligadas à atividade econômica, refletindo a melhora dos dados econômicos na China e do varejo em alguns dos maiores países da Zona do Euro. O euro se fortalece ante o dólar americano, assim como os fundos de índices ligados aos mercados emergentes, o petróleo, o ouro e os metais preciosos – que disparam em Londres. Os rendimentos dos Treasuries e dos títulos de dívida dos países ricos mais representativos, como Alemanha, Reino Unido e Japão, sobem – apontando para uma menor aversão global ao risco. Isso não significa que o retorno da volatilidade de mercado foi suspenso, nem que haja catalisadores negativos que provoquem, em algum momento, alguma correção. “Os múltiplos de alguns ativos financeiros ainda estão nas nuvens e a volatilidade deve vir com mais força à medida que a eleição presidencial nos Estados Unidos se aproxima”, diz Israel Massa, trader e contribuidor do TC.

A recuperação na China está acontecendo a ritmo melhor do que o esperado, mostraram dados da indústria e do varejo do país de ontem à noite. O iuan offshore atingiu a máxima de um ano, enquanto os índices Xangai Composto e Shenzhen Composto avançaram com a notícia. As vendas no varejo aumentaram pela primeira vez este ano e a produção industrial expandiu em agosto, contaminando de forma positiva os ativos de risco. Os dados também neutralizam a decisão da Agência Internacional de Energia de cortar a previsão de demanda da commodity neste ano. O WTI segura perto dos US$37 o barril antes dos dados do governo americano, que devem mostrar estoques mais altos. Hoje começam as reuniões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil, que divulgam suas decisões amanhã. A agenda ainda inclui oferta de títulos do Tesouro Nacional, dados do índice de atividade Empire State e a repercussão da decisão da Petrobras de revisar seu gasto estimado de exploração e produção para o período 2021-2025.

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