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Mercados temem pausa em reaberturas; varejo brasileiro, Bolsonaro e China no radar: Espresso

Postado por: TC Mover em 08/07/2020 às 8:34

Os futuros dos índices americanos amanheceram de lado nesta quarta-feira, após a queda da véspera e seguindo a falta de entusiasmo dos mercados asiáticos durante a madrugada – com exceção para os índices chineses, que seguem o otimismo dos investidores com a retomada da economia no país e sobem pelo sétimo dia consecutivo. Apesar das altas nos índices Xangai Composto e Shenzhen, de quase 2% na madrugada, os investidores seguem pisando em ovos no restante do mundo em relação a uma recuperação mais robusta dos mercados em meio ao contínuo avanço das infecções por Covid-19. Ontem, a Organização Mundial da Saúde – que oficialmente perdeu seu maior patrocinador, os Estados Unidos – alertou que uma segunda onda de óbitos deve suceder, nas próximas semanas, o aumento dos casos vistos em várias regiões do planeta nos últimos dias.

O dólar americano, medido pelo índice DXY em relação a uma cesta de outras moedas fortes, subia próximo da estabilidade, assim como o rendimento dos Treasuries de dez anos. Ontem, uma matéria da Bloomberg, citando fontes, apontou que alguns assessores do presidente americano Donald Trump teriam proposto uma medida para desestabilizar a moeda de Hong Kong em relação ao dólar americano como punição à China após a implementação da Lei de Segurança Nacional no território antes independente. As ações do banco britânico HSBC, cuja filial na ilha asiática é um dos maiores bancos da região, perdia 2,24% no pré-mercado americano. A ameaça se junta a mais uma rodada de sanções a autoridades chinesas aprovada ontem pelo Congresso dos EUA, dessa vez por conta de violações aos direitos humanos no Tibet.

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