TC Mover
Mover

Investidor puxa ativos de risco com cenário para acordo EUA-China; mercado de olho no leilão de sobras, balanços

Postado por: TC Mover em 04/11/2019 às 10:16

Os ativos de risco avançam em todo o mundo, puxando junto os futuros dos índices acionários dos Estados Unidos, as commodities de energia e os fundos de índices dos mercados emergentes, com o crescente otimismo em torno de um possível acordo comercial entre a China e os Estados Unidos – mesmo que provisório. No Brasil, o noticiário se mostra positivo, com a apresentação do pacote pós-Nova Previdência e os preparativos para o leilão de sobras da Cessão Onerosa. Ontem, o ex-secretário executivo do Ministério das Minas e Energia, Márcio Félix, explicou aos assinantes do nosso plano TC Master por que o mercado ainda não entendeu a magnitude do evento na Petrobras. Não esqueça que, a partir de hoje, o horário de fechamento do pregão da B3 muda para as 18h00 com o fim do horário de verão em Nova Iorque.

Com exceção de Tóquio, fechado por conta de um feriado nacional, todos os pregões na Ásia acabaram no azul. As bolsas na Europa operam no território positivo, puxando os futuros dos índices-referência em Wall Street e o fundo de índices EEM, formalmente conhecido como o ETF MSCI Emerging Markets, que está a caminho da sua maior alta intradiária em quase três semanas. Como amostra de que a aversão ao risco está recuando com a proximidade de um acordo EUA-China, os rendimentos dos Treasuries subiam, o dólar avançava, o ouro operava estável e a volatilidade subia pouco nesta manhã. Se mais notícias positivas vierem, poderemos presenciar a quinta semana consecutiva de altas nas bolsas mundiais.

 

Nesta semana, o governo do presidente Jair Bolsonaro encaminha ao Congresso seis projetos de transformação da economia, marcando o início da agenda pós-Nova Previdência. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Economia Paulo Guedes disse que três propostas de emenda constitucional vão para o Senado: a chamada “PEC Mais Brasil”, mais conhecida como a PEC do Pacto Federativo e que traz um novo regime de relacionamento fiscal entre a União e os governos regionais. O mais notável desse projeto, que deve regular a repartição dos recursos vindos do pré-sal, é que o governante terá a liberdade de escolher quanto gasta em educação e saúde, dentro do orçamento obrigatório de 40%.

Mover Pro

Informação, análises e ideias de investimentos 24/7

Experimente 7 dias grátis