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Agenda do investidor: bolsas mundiais, indústria, comércio e Selic

Postado por: TC Mover em 15/09/2020 às 9:23

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.

Abertura e fechamento das bolsas mundiais

As bolsas de Nova Iorque fecharam o dia de ontem no azul, com recuperação das empresas tecnológicas. O Nasdaq, que reúne os papéis de tecnologia, encerrou o dia com alta de 1,87%, seguido por 1,27% do S&P500 e 1,18 do Dow Jones.

No Brasil, o Índice Bovespa fechou o dia em alta de 1,94%, somando um total de 100.274 pontos.

Na Ásia, a bolsa de Tóquio, Nikkei, fechou em queda de 0,44%, enquanto Hang Seng, de Hong Kong, e Shangai, fecharam em alta de 0,38% e 0,51%, respectivamente.

As bolsas europeias começaram o dia bem. O índice Stoxx600, que reúne as principais bolsas da Europa, apresentava alta de 0,71% por volta das 8h00.

Os mercados futuros apontam um dia positivo para as bolsas americanas. Nasdaq deve ficar em alta de 1,05%, seguido por 0,76% do S&P500 e 0,68% do Dow Jones.

Agenda do investidor

A agenda do investidor desta terça-feira marca o início das reuniões do Copom, no Brasil, e do Fed, nos Estados Unidos, para decidir as taxas de juros. Também teremos a percepção econômica da Zona do Euro e da Alemanha para setembro, além da variação de preços de importados e exportados nos EUA, produção industrial americana e a balança comercial do Japão. Confira.

Desemprego no Reino Unido – O Reino Unido divulgou sua taxa de desemprego referente ao mês de julho. O número ficou dentro do consenso, que era de aumento de 4,1% no número de desempregados. Em junho, o crescimento desse índice havia sido de 3,9%.

Economia na Zona do Euro – Para entender melhor o cenário econômico na Zona do Euro, foi divulgado o Índice ZEW de percepção econômica da União Europeia e individualmente da Alemanha. O índice do euro apresentou 73,9 pontos em setembro, ante 64 pontos de agosto. Enquanto isso, o dado alemão foi de 77,4 pontos em setembro, acima do consenso que previa 69,8 pontos. O Índice ZEW alemão de agosto havia sido de 71,5 pontos.

Brasil pós-pandemia – A agenda no Brasil abre com uma palestra do ministro da Economia Paulo Guedes sobre as reformas e o futuro da economia no pós-pandemia, às 9h00. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, e os presidentes da Claro, Huawei, Stone e Movile também participarão. Além da palestra, o Ministério da Economia vai divulgar suas projeções para os indicadores econômicos, como o PIB e a inflação.

Copom e taxa Selic – Acontece hoje o primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária, Copom, que decidirá se a taxa Selic vai ser mantida ou alterada. A decisão será anunciada amanhã. A Selic é a taxa básica de juros e tem influência direta no controle da inflação. O Brasil, que optou por estimular o consumo para aquecer o mercado durante a crise econômica causada pela pandemia do Covid-19, soma nove quedas consecutivas da taxa Selic que, hoje, está em 2%. Segundo o relatório Focus, o mercado acredita que esse número deve se manter.

Juros americanos – O Federal Reserve, Banco Central americano, também se reúne para discutir e definir a taxa de juros do país. Assim como no Brasil, a reunião é dividida em dois dias, com a divulgação da decisão no segundo dia.

Indústria nos EUA – Ainda nesta terça-feira serão divulgados os números da variação da produção industrial americana de agosto. Em julho, a indústria cresceu 3%, mas a projeção para o mês de agosto é de um crescimento leve de apenas 1%.

Comércio exterior – Os preços dos produtos do comércio americano com outros países devem aumentar, mas com menor ritmo. A estimativa do preço de exportação de agosto deve ficar em 0,4%, ante 0,8% do mês de julho. Quanto à importação, agosto deve apresentar 0,5% de alta.

Balança japonesa – O Japão divulga hoje a sua balança comercial de agosto. O país, que tenta aquecer a economia com estímulo, teve superávit de 11,6 bilhões de ienes em julho, mas os índices não apontam para bons resultados este mês. O consenso estima déficit de 37,5 bilhões de ienes.

Varejo chinês – Os dados sobre as vendas no varejo na China foram divulgados e mostram que os consumidores chineses elevaram seus gastos no mês de agosto, indicando uma recuperação econômica. As vendas no varejo cresceram 0,5% em agosto na base anual. Esse foi o primeiro ganho para o ano até o momento.

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