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Venda da TAG pode acelerar processo de desalavancagem da Petrobras, dizem analistas

Postado por: TC Mover em 08/04/2019 às 11:26

A venda da TAG ao consórcio formado pela Engie e pelo fundo canadense CDPQ deve ser bem recebida pelo mercado e prova que a Petrobras está comprometida com o programa de vendas de ativos, diz o Itaú BBA em relatório, apontando que a desalavancagem da estatal pode acelerar com outras negociações similares à anunciada na última sexta-feira.

 

Negociada a um múltiplo de cinco vezes o EV/EBITDA, a Petrobras deve ganhar R$13,4 bilhões em valor com a transação, diz o analista André Hachem em relatório. A ação pode ganhar 3% em relação ao preço-alvo do banco para o papel, de R$32.

 

Para o BTG Pactual, a venda da TAG torna a meta de desalavancagem da empresa mais factível para 2020. Os analistas apontam que os US$8,6 bilhões que a Petrobras irá receber pela subsidiária são quase a metade do total dos quatro principais ativos da companhia que podem ir à venda: a própria TAG, a Braskem, a Liquigás e a BR Distribuidora. Se a estatal se desfizesse de todas elas, a meta de desalavancagem, prevista para 2020, poderia ser antecipada em mais de um ano.

 

Hoje, os papéis PN e ON da estatal subiam 1,04% e 1,44% para R$29,09 e R$32,45, respectivamente, reagindo ao anúncio da venda. No ano, ambas as ações cresceram quase 30%.

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