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Veja os destaques dos últimos resultados trimestrais divulgados

Postado por: TC Mover em 12/11/2019 às 12:08

A Embraer, que divulgou balanço hoje pela manhã, teve prejuízo líquido de R$314,4 milhões, acima dos R$30 milhões do consenso. A companhia manteve a projeção de receita líquida e EBITDA e reafirmou as entregas previstas para 2019, mas suprimiu a estimativa de conclusão da associação com a Boeing para esse ano. Para 2020, a empresa mantém as expectativas de receita líquida, EBITDA e de fluxo de caixa livre, e projeta dividendo especial entre US$1,3 bilhão a US$1,6 bilhão – a ser pago em 2020.

 

A Yduqs divulgou, na noite de ontem, lucro, receita e EBITDA abaixo do consenso no terceiro trimestre. A receita líquida foi de R$833 milhões, queda de 2,3% no ano e !% abaixo da estimativa do BTG Pactual. O EBITDA, com as normas contábeis IFRS 16, foi de R$ 302 milhões, alta de 10% no ano. Apesar de nossa classificação neutra, somos cada vez mais positivos em relação à YDUQS, devido ao preço competitivo e forte vantagem da aquisição da Adtalem, um movimento altamente estratégico”, dizem os analistas. Entretanto, sem grandes catalisadores de curto prazo, a dinâmica dos lucros permanece pouco atraente. O preço-alvo foi atualizado para R$39 e a recomendação se mantém como neutra.

 

A Marfrig registrou lucro líquido, receita líquida e EBITDA acima do esperado, e manteve o guidance da receita líquida entre R$47 bilhões e R$49 bilhões neste ano. Para o BTG Pactual, A Marfrig reportou “um forte conjunto de resultados operacionais”, em linha com o esperado pelo banco. As margens foram impulsionadas por resultados nos EUA, com o EBITDA ajustado atingindo um recorde de R$ 1,5 bilhão. Mas os analistas veem a necessidade de acelerar a desalavancagem. A recomendação foi mantida em neutra, mas o preço-alvo foi elevado para R$10.

 

A Rumo teve lucro líquido de R$369 milhões, batendo o consenso e com alta de 61% na base anual. O EBITDA ficou 3% acima das estimativas do Itaú BBA, com crescimento interanual de 19%, impulsionado por forte diluição de custos. A recomendação se mantém como compra, com preço-alvo de R$28. O terceiro trimestre nos deixa um pouco mais otimistas quanto aos efeitos da diluição de custos daqui para frente, refletidos em margens EBITDA esperadas no período; um mercado de exportação potencialmente mais fraco em 2020, devido à gripe suína asiática, não altera nossa tese”, dizem os analistas.

 

A BR Distribuidora divulgou lucro e EBITDA acima do consenso, enquanto disse que a dívida líquida caiu 45,4% na base anual. Para o Banco Safra, os resultados foram sólidos conforme o esperado. A BR Distribuidora reportou um EBITDA ajustado de R$771 milhões, crescimento de 22% no ano, e 6% acima das expectativas do Safra. Os analistas ressaltam que a companhia tem uma nova diretoria e atualmente está aprimorando suas operações e processos, mas, mesmo assim, “o cenário competitivo para os distribuidores de combustível continua desafiador”. Assim, a recomendação segue como neutra, com preço-alvo de R$21,20.

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