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Bolsa sobe e sustenta 110 mil com Petrobras; risco de impeachment, acordo comercial pesam nos EUA

Postado por: TC Mover em 05/12/2019 às 14:12

Os mercados acionário e de câmbio avançam em São Paulo no início da tarde de hoje. O otimismo com a Petrobras, após as notícias do Investor Day de ontem e à espera das resoluções da reunião da Organização dos Países Produtores de Petróleo, a Opep, impulsiona as ações da estatal, que lideram os ganhos do índice Bovespa. No exterior, as bolsas americanas operam em queda após pronunciamento da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, pedindo a elaboração de artigos com acusações contra o presidente americano Donald Trump, que dão continuidade ao pedido de impeachment. Além disso, os investidores aguardam por notícias mais concretas sobre o acordo entre Estados Unidos e China, e se preparam para a divulgação dos dados de emprego não-agrícola americanos, o payroll, amanhã.

 

O índice Bovespa renovou o recorde histórico intradiário na sessão de hoje, aos 110.783 pontos, impulsionado pelas ações ações PN e ON da Petrobras, que sobem 2,26% e 2,10%, respectivamente. O dólar futuro opera com volatilidade na sessão de hoje, seguindo, em parte, o movimento da divisa americana no exterior, que cai nesta quinta-feira. Há intensidade do fluxo de saída da moeda, com a pressão de remessas para pagamento de dívida externa pelas empresas. No início da tarde, o câmbio sobe 0,08%, a R$4,215. Os vencimentos de juros operam em direções mistas: o DI para janeiro próximo recua, os médios sobem e o mais longo, para 2029, opera neutro. A precificação da curva ainda aposta em 0,5 ponto percentual.

 

A ação ON da JBS sobe 1,51%, a R$27,64, com a notícia de que nos próximos cinco anos a empresa investirá R$13 bilhões no Brasil, com foco na Seara, braço para frangos e suínos da companhia. A meta é ampliar a produção, focando na exportação e apostando na continuidade com o comércio com a China. A medida vai na contramão do que a concorrente BRF declarou, já que esta que acredita que nos próximos dois anos o mercado chinês pode voltar ao patamar normal de importações após superar a peste suína africana.

 

(Foto: JBS – Divulgação)

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