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Boeing despenca após segundo acidente do modelo 737 Max em cinco meses

Postado por: TC Mover em 11/03/2019 às 9:46

As ações da Boeing despencavam 9% no pré-market da bolsa de Nova Iorque nesta segunda-feira após vários países impedirem a decolagem de aviões do modelo 737 Max 8, na sequência da queda de um dos jatos na Etiopia – o segundo desastre fatal para o modelo mais vendido da Boeing desde novembro.

 

O acidente envolvendo um jato da Ethiopean Airlines, que caiu após a decolagem, matando as 157 pessoas a bordo, criou dúvidas se as tragédias na Indonésia, em novembro, e na Etiópia estariam ligadas. A agência de aviação civil da China aterrou cerca de 100 aeronaves 737 Max 8 operadas por suas companhias aéreas, o equivalente a mais de um quarto da frota global de aviões, após o acidente na Etiópia. O acidente na Indonésia tinha matado 189 pessoas.

 

“Dado que dois acidentes ocorreram durante a fase de decolagem, eles têm algum grau de similaridade”, declarou a Administração de Aviação Civil da China. Outros países seguiram o exemplo dos chineses: Indonésia, Cayman e a própria Etiópia. O 737 Max 8 da Boeing, o modelo mais bem vendido da gigante aeroespacial americana, entrou em serviço pela primeira vez em 2017.

 

O incidente veio em meio às discussões comerciais entre os EUA e a China e, como sabemos, após recente assembleia que sacramentou a associação comercial da gigante americana aeroespacial com a brasileira Embraer. Hoje, matéria do Brazil Journal destaca a bateria de pedidos de modelo 737 Max 8 da Gol Linhas Aéreas, chamando a situação de “dor de cabeça”. O plano da brasileira é gradualmente substituir todas as suas aeronaves pelo Max 8 até 2028 – sendo oito trocas previstas para esse ano.

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