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UBS prefere Brasil a México por reforma da Previdência

Postado por: TC Mover em 01/04/2019 às 13:08

Os analistas do UBS preferem ficar comprados em real e vendidos em peso mexicano por enxergarem o foco do Brasil na reforma da Previdência, enquanto o governo do presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, pode começar a instigar políticas antimercado nos próximos meses, disseram em relatório.

 

O banco reitera que o mercado brasileiro, assim como outros pares emergentes, se encontra sob o risco de volatilidade intensa por conta das turbulências políticas, mas que a reforma da Previdência deve ser aprovada com um texto que garanta economia de R$700 bilhões nos próximos dez anos – justificando a posição privilegiada do país frente aos pares latino-americanos.

 

Os analistas, em relatório assinado por Mark Haefele e Jorge Mariscal, ponderam que a continuidade do bom desempenho dos emergentes no restante de 2019 dependerá da evolução da economia chinesa, da melhora dos fundamentos econômicos e da aceleração da dinâmica de crescimento do mundo, reiterando que a performance ao longo dos primeiros meses do ano justifica a manutenção da recomendação overweight – equivalente a compra – para as ações destes países.

 

Sobre a China, o principal catalisador para os emergentes via consumo de commodities, o UBS diz esperar um bom desempenho para o final do ano, com avanço das conversas entre o país e os Estados Unidos, mais medidas de estímulos por parte do governo chinês e novos investimentos na região. O mercado asiático continua como o favorito do banco dentre os emergentes, com a China ainda ocupando a primeira posição no ranking de preferências pelo potencial, apesar de indicadores recentes que desapontaram as projeções.

 

(Foto: Congresso  – wikicommons)

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