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Com mensagem de igualdade, Nova Previdência deve gerar economia de R$1,17 tri em dez anos 

Postado por: TC Mover em 20/02/2019 às 11:19

O governo do presidente Jair Bolsonaro espera gerar uma economia de R$1,17 trilhão nos próximos dez anos por meio da criação de uma “Nova Previdência” mais justa, sustentável e que incluirá os militares nas mudanças do sistema de aposentadorias. Os mercados dispararam com a apresentação do texto e o mote de igualitário – que pode ajudar a ganhar apoio para o polêmico projeto.

 

“A garantia da sustentabilidade do sistema e a promessa de que quem ganha mais pagará mais por sua aposentadoria são os pilares da nossa proposta”, disse o secretário especial adjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, em coletiva, explicando os detalhes da proposta. Somente no período do governo Bolsonaro, a economia prevista é de R$ 189 bilhões, se o projeto for aprovado sem alterações no Congresso.

 

O governo decidiu que, no texto base, a proposta para a idade mínima de aposentadorias de homens e mulheres será de 65 anos e 62 anos, respectivamente; ela garantirá os direitos adquiridos e promete assistência fásica para idosos; disse que rico se aposentará na idade do pobre; o sistema vedará o parcelamento de dívidas com a Previdência Social acima de 60 meses; facilitará a alienação dos ativos de empresas em mora com o sistema; o sistema pela primeira vez separará assistência e Previdência.

 

O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse hoje que em 30 dias o governo irá apresentar um texto com mudanças nas regras do regime de previdência dos militares. Questionado se os militares estavam recebendo um tratamento diferenciado do governo por não terem sido incluídos na PEC, o secretário justificou dizendo que as regras sobre eles constam de leis ordinárias e não na Constituição e, por isso, não podem ser modificadas por meio de uma PEC.

 

O índice Ibovespa chegou a se aproximar da máxima histórica, perto dos 98.600 pontos, mas a alta perdeu intensidade perto das 11h00. Nesse horário o Ibovespa negociava em alta de 0,46% a 98.106 pontos. Os juros corrigiam fortemente para baixo nos vencimentos curtos e longos, com destaque para o DI de janeiro 2025, que recuava 6 pontos-base para 8,59%. O dólar se desvalorizava 0,7% ante o real, cotado a R$3,7010.

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