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Após eleição, casas já miram chances reais de ajuste fiscal e veem Congresso como fundamental

Postado por: TC Mover em 29/10/2018 às 16:59

— Após a eleição de um novo governo, analistas de bancos de investimentos estão otimistas com as chances da implementação de um ajuste fiscal que evite a quebra das contas públicas e o relacionamento bom entre o próximo presidente e o Congresso – garantindo que os ganhos esperados na bolsa sejam sustentáveis.

  • Goldman Sachs espera que o foco do governo Bolsonaro seja o ajuste fiscal e recuperação da economia, mas alerta para a necessidade de “habilidades políticas de primeira qualidade” para garantir governabilidade e apoio ao plano econômico. Para os analistas, o maior risco é a implementação do plano e não a sua direção.
  • A Exotix Capital viu o resultado do pleito como o melhor para o país, mas também alertou que o presidente eleito deve fazer uso de uma boa relação com o Congresso para aprovar as reformas.
  • Bradesco BBI estima que o índice Ibovespa tocará os 100 mil pontos no curtíssimo prazo e vê a chance de forte ajuste fiscal em 50%.
  • A equipe de energia do mesmo banco acredita que a eleição do deputado federal Jair Bolsonaro como presidente do país deve acelerar venda da Amazonas Distribuidora, possivelmente para este ano, e também da Eletrobras. Os analistas não cobrem os papéis da estatal no momento.
  • Na esteira da eleição, a XP Investimentos elevou a recomendação para Banco do Brasil ON de neutro para compra e aumentou preço-alvo de R$41 para R$51.
  • BTG Pactual elencou Tegma ON, Lojas Renner ON e Gol PN como papéis que podem se beneficiar após a definição do pleito.

— Como operam os ativos? O Ibovespa ganhava 0,5% a 86.150 pontos às 12h12. Eletrobras ON subia 0,63%, Banco do Brasil ON avançava 3,4%, Gol PN cedia 0,7%, Lojas Renner ON tinha alta de 2,6% e Tegma ON disparava 5%.
(Crédito imagem: Agência Brasil)

 

 

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