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Bolsas desanimam após Powell; no radar, BCs, inflação EUA, incentivos: Espresso

Postado por: TC Mover em 16/09/2020 às 19:25

As bolsas americanas perderam força no fim do dia após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, observar que o processo de retomada da economia americana corre riscos se o Congresso não aprovar novos estímulos para compensar os efeitos da epidemia de coronavírus. Os índices S&P500 e Nasdaq chegaram a subir após o FOMC divulgar que os juros devem ficar perto de zero até 2023 e que a economia americana está melhorando, mas reverteram os ganhos com as declarações de Powell e fecharam em queda, também sob o impacto dos papéis de tecnologia. O Dow Jones Industrial terminou praticamente estável, depois de subir quase 1%. No Brasil, o Índice Bovespa acompanhou as bolsas americanas, mas sem o mesmo entusiasmo, de olho nos desdobramentos dos atritos entre o presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica e no ressurgimento da proposta de um auxílio nos moldes do Renda Brasil, agora no Congresso, com apoio do presidente. Os investidores ficaram na expectativa também com a decisão do Comitê de Política Monetária, que acabou por manter os juros, como esperado, destacando a melhora da atividade, mas alertando para os riscos fiscais. O Copom também não vê riscos de a alta recentes dos alimentos ter impacto significativo no IPCA.

Mais juros – As decisões de política monetária continuam. Na madrugada de hoje, o Banco do Japão deve anunciar a taxa básica de juros, que deve continuar negativa, em -0,10% ao ano. O Banco da Inglaterra também deve manter os juros em 1% ao ano, dando sequência à política de estímulo à economia, que sofre os impactos do coronavírus e das dificuldades nas negociações para saída da União Europeia. Amanhã será divulgado o índice de preços ao consumidor da Zona do Euro. O IPC deve repetir a deflação de 0,4% de julho em agosto.

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